sexta-feira, outubro 20, 2006

quarta-feira, outubro 11, 2006

11out06/2 - Portugal Vale a Pena

Porque vale mesmo a pena transcrever na íntegra:


Portugal vale a pena

Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores. Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus. Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados.
E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários prémios internacionais.
E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos. Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros). Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de energia através das ondas do mar. E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática. Eu conheço
um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas e médias empresas.
Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência. Ou que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagensdas auto-estradas. Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado mundial. Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça. Ou que produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores vinhos espanhóis. E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência Espacial Europeia. Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis. E que está a construir ou já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pouco por todo o mundo.

O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive - Portugal. Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses. Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software, Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do Monte
d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Space Services. E, obviamente, Portugal Telecom Inovação. Mas também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim Turismo.
E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo são vendidas em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).
É este o País em que também vivemos.
É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na saúde, ambiente, etc.

Mas nós só falamos do País que está mal. Daquele que não acompanhou o progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia.
Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez, puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos ao mundo os nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na situação de levar muitos outros portugueses a tentarem replicar o que de bom se tem feito.

Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados,porque não hão-de os bons serem
também seguidos?



Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso
In Revista Exportar

11out06

Hoje é um bom dia para ...
... parar para ver as montras!

'As periferias da Nona Arte em mostra na Amadora'
'Ambiente e consumo camptam mais voluntários'
'Autarquias alvo de 530 inquéritos à corrupção'
'Tribunal com posto de atendimento rápido'
'Detido bando que praticava 'carjacking' '
'GNR acaba com rede de furto e receptação'
'PJ apanhou rede que vendia carros roubados'
'Produtores portugueses na Wine & Spirits'
'Água melhorou no ano passado e número de análises aumentou'
'Novas equipas de cuidados paliativos'
'Cem anos com António Gedeão'
'Incentivos estatais cresceram 12%'
'Mundo rural em busca de estratégia'

terça-feira, outubro 03, 2006

3out2006



Ontem publiquei o link para a notícia da 'reabertura' do Público impresso ao público da net, e fiquei muito contente por isso. Quanto mais fontes de boas notícias, melhor, e a edição impressa é nisso bem mais rica do que a do jornal online.
Infelizmente, verifiquei hoje que as notícias ficam disponíveis apenas no próprio dia, pelo que a partir de hoje (ainda lá fui buscar muitos dos links que encontram no post de hoje) deixarei de usar o Público impresso como fonte, pois o objectivo deste blog é facultar o acesso fácil às boas notícias dos jornais durante o máximo de tempo possível, e não limitar a sua consulta a umas simples 24h.

'Compromisso oficial para recuperar bairros críticos'
'Bruxelas diz que a Zona Euro pode crescer ainda mais do que previsto'
'Jovens portugueses fazem estágios na China'
'AEP quer valorizar produtos nacionais com programa 'Compro o que é nosso' '
'Nove empresas recebem Prémio Inovação na Fileira do Calçado'
'Portugal vence concurso internacional de arroz'
'Plano nacional para a inclusão prevê 168,5 milhões de euros para complemento solidário para idosos'
'PME com apoios para todo o ciclo de vida'
'Mário Cláudio, Rui Zink e Reis-Sá traduzidos'
'RTP1 tentta perceber Aquilo que é ser português'
'Oeiras cria rede de transportes 'sociais''
'Visto pela primeira vez o percurso do VIH até ao núcleo de uma célula'
'Coral vai dar música a bairros'
'IP4 foi menos mortal no ano que ainda corre'
'Linha verde apoia donos de animais'

quinta-feira, dezembro 29, 2005

O Fim


Sem ele, não teríamos o prazer de recomeçar. Deixaríamos absolutamente tudo para outro dia. Não saberíamos dar valor a grande parte das coisas que só são mesmo boas porque as sabemos efémeras. Não teríamos o prazer do dever cumprido, da tarefa acabada. O fim, é bom...mesmo!
Espero que o vosso fim de ano seja aproveitado até ao último segundo (este ano temos um segundo extra para gozar ...) e que o início do próximo ano seja o melhor de sempre!
Em 2006 cá nos encontraremos, espero que com mais regularidade!

Evo Morales reduz salário de políticos
Mais 65 técnicos em Lisboa e Porto
Ministério dinamiza tecnologia nas escolas
Gripe aviária foge de rotas migratórias
Mourinho eleito o melhor da Europa
Um gesto solidário pelo ambiente
Prevenção de nova seca terá medidas para durar
Professores aderem a museus
Internet liga crianças hospitalizadas ao Mundo
Lisboa cria 70% mais riqueza
Adesão a silo automático
Minho - Passagens de nível vão ser todas eliminadas para o ano
Governo aprovou Fundação Casa da Música

sexta-feira, dezembro 09, 2005

segunda-feira, novembro 28, 2005

O regresso

Por menos saudosista que se seja, por mais voltados para o futuro que estejamos, voltar sabe sempre bem. É bom reencontrar os amigos, os lugares, os hábitos, reencontrarmos o mais profundo de nós nos pequenos gestos do quotidiano, nas pequenas coisas que só notamos quando deixam de fazer parte do dia a dia.
Foi bom estar por fora. Mas é muito bom regressar aqui, e voltar a deixar as boas notícias para os que não se cansaram da ausência.

"Pilas Murchas" celebraram aniversário
Braga - Crianças andam a aprender chinês
Torres Vedras tem a maior pista de gelo natural
Corrida contra o tempo salva doente em falência hepática
Banco Alimentar viu crescer a solidariedade
Vila Verde - Via cheia de história limpa para andar a pé e de bicicleta
Setúbal - Instalados sanitários para dejectos caninos
Ourives criam associação
Viseu - Câmara prepara Natal solidário e inclusivo
Dez mil metros de arte contemporânea em Lisboa

quinta-feira, novembro 17, 2005

Tempo

É bom ter tempo! É um bem escasso e precioso a que raramente damos grande valor, porque vivemos num mundo que nos incentiva a preenchê-lo por completo com coisas e mais coisas, e que nos faz sentir inúteis, infelizes ou culpados se 'não temos nada para fazer'.
Agora, que ando numa fase super-ocupada que só me vai deixar mais tempo livre lá para meados da próxima semana, só me ocorre pensar como é bom ter tempo para fazer o que nos passa pela cabeça, ou, simplesmente não fazer outra coisa que não ver o tempo passar.
Gostei de passar este tempinho convosco! Pode ser que amanhã encontre mais um bocadinho de tempo para vos dedicar...

Bruxelas antecipa retoma sólida em 2006
Nova vacina contra a malária é eficaz
Portugal está no Europeu
Governo aprova hoje complemento de pensão para idosos
Dia do Não Fumador promove rastreios e consultas em todo o país
Centro Português de Serigrafia considerada a melhor galeria na Estampa
Comissão Europeia propõe novas regras para facilitar uso de terapias inovadoras
Brisa ganha concurso de portagens electrónicas na República Checa
Banco Mundial diz que migrações podem gerar significativos ganhos económicos
Sampaio apela à UNESCO para proteger a língua portuguesa
Soutien térmico pode ser aquecido no micro-ondas

quarta-feira, novembro 09, 2005

Espectáculo



Há alguma coisa melhor do que ir ver um espectáculo? É possível viver feliz sem ter visto as luzes, as cores, a música, os artistas? Os neurónios sobrevivem sem o estímulo do inesperado,
sem a vibração da criatividade (mesmo quando só dos outros)? Ontem fui ver o Fuerza Bruta, e dei por mim a pensar nisto. Como é que é possível viver uma vida inteira sem nunca ter assistido a um espectáculo ao vivo (seja ele qual for, onde for)? ... Claro que se sobrevive, mas viver VIVER, acho que não.

Portugal vai crescer 1,4% em 2006
Ajudar a relançar a economia
Vénus Express lançada com êxito
Gravuras do Côa piscam o olho a turistas espanhóis
Seniores conviveram no Monte do Gozo
Excremento de vaca valeu 2500 euros
Marianas sem barracas em Janeiro
Câmaras alto-minhotas cobram menos impostos
Inventor desempregado ganha medalha em Genebra
Cannabis alivia sintomas da artrite reumatóide
Chapitô distinguido em Bruxelas pelo seu serviço social